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Me arrasto dentro dos meus pensamentos Sinto um vazio que nunca deixou sair de dentro da minha alma. Me sinto perdida sabia? Kleybson Sanguinette Inserida por KSanguinette. Ver imagem. Depressivo suicidio buy track 2. Sobre meu sangue buy track 4. Auto destrutiva buy track 5. Caminho funesto buy track 8. Todos os caminhos te levam a morte buy track 9. Trauma buy track Meu corpo sem vida buy track Contact Funesto.

Streaming and Download help. Por todo os seus poros,. Ele pode dar-me mais? Deixem-me em paz. Esse corpo-aranha do narrador. Artaud busca no seu teatro da Crueldade seu Devir-animal, suas necessidades e desejos. Artaud buscou um teatro novo; um teatro-vida, pois sua vida era o seu teatro.

Em , ele estava presente. Deleuze diz:. Artaud vivenciou isso, junto com Van Gogh:. Meu querido e doce ser Olho para ti e suspiro. Os teus olhos sussuram; O teu desejo afaga A dor quer apagar. Quem pede sofrer assim? Quem pede inconscientemente amar? Quem erra uma e outra vez, Sem julgamento vil? E quer, ainda, na insensatez; Sorrisos ter mil Sei que, na paz, vais morrer. Aprendi a ter retorno, Noutro sorriso a conhecer. No mais profundo de mim, e quis ver.

Quando conseguimos meditar, Vemos que a vida simples pode ser. Apenas o esquecer do rancor. Seremos amor, apenas Os melhores momentos da vida Fui eu, foste tu Desconheces o sentimento caloroso Que emanas de ti, constantemente.

Depois de quase tudo decidido, Amor sem ter amor; tantos deslizes O canto que me encanta sem limite Decora enquanto mira a partitura Numa aquarela insana, nos mosaicos Em asteriscos riscos programados. Meu canto te chamando sempre quis O gozo desta vida fabulosa, Marcando com divina cicatriz Canteiro em que nasceu sublime rosa De todos os meus ritos, aprendiz. Suores encharcando o nosso leito, Traduzem nosso amor, mais que perfeito Fantasias, E um mundo todo pleno em alegrias, Felicidade imensa descortina.

Loquaz soltando a esmo, verso e fala, A paz do amor inflama quarto e sala O pensamento vaga e rodopia, No girassol que o amor, em luzes cria Os dias que mataram meus jardins Da sorte, eu me perdi em tais roletas. De todas as surpresas, fatigado, Encaro estas estradas mais poentas. Sem igual A sede que se mata em cada gosto, A fome que se aplaca extasiante. Meu corpo no teu corpo sobreposto Num quadro mais sutil e deslumbrante. Todo o prazer que estampas em teu rosto Me torna mais feliz, amor garante Tu sabes deste sonho que alimento, Vibrar junto contigo, num momento Retive nas retinas os que tomam Prazeres onde amores sobrevivem.

Aos poucos, sem temer, vou me envolvendo Nas tramas que trouxeste e que me enganam Amada teu perfume me embriaga Semeia teu prazer quando me afaga Dantesca realidade, por um triz Calando do poeta voz e canto Eu sinto a suavidade deste vento Que excita e que anuncia novo jogo.

Motivos que encontramos para termos Um dia mais feliz, noites imersas Em luas multicores e diversas Tornando os meus temores bem mais ermos. Teu corpo sedutor, assim cheiroso, Por flores deste campo, perfumado. Nos trazem os perfumes, tantas flores Deitada em uma praia quis, um dia Amor que se mostrasse em fantasia E que a tomasse inteira, plena e nua.

Nas cores desta lagoa, A vida refaz santidade A par desta vontade que nos toma, Meu verso se tornando mais sutil, Querendo no teu corpo, bela soma, O que o passado em trevas impediu. Matizes de beleza, tantos, tantos Cada ser tem a sua claridade Qual fosse um candelabro num altar, Com seu facho de luz a iluminar, Um farol dominando toda a estrada Sabendo que depois irei sofrer, Mas vale, por instantes, ser feliz.

Amor; irei vagando tantas beiras, Sabendo que acharei dentro de mim. Portanto nada tenho a te pedir, Nem quero converter em compromisso. Amada se afagamos nosso egos, Vivendo por demais sem ter motivo, Prendemos a nossa alma em podres pregos, Em sonho por demais, sem gozo, altivo Desconhecendo um gesto de amizade, Ignoras com total sinceridade, De todo sonho, o bem que eu te propus. Toda a dor desse mundo ela antepara Com seu sorriso manso e desejado. Mergulho no teu corpo minhas sanhas Brilho solar por sobre mil montanhas Deitando no horizonte nossos Fados.

A noite se aproxima em lua cheia Amor que maravilha se incendeia Coberto de carinhos e cuidados Despojos da saudade, o caminho se fechando. O corte mais profundo. Os muros que levantas, dos desejos Galgando me trouxeram primavera Na noite dos prazeres, nossos beijos, Queimavam as tristezas, dolorosas. A noite te transforma e me periga Nas garras destes sonhos que sofri. Lembro-me quando vinhas pelas ruas Demonstrando-me garras e rugidos.

Alimentados sempre pela dor, Jogados quase a esmo pela vida. Percebo com clareza uma sereia. O amor que nos acorda plenamente, Convite para a tal felicidade. Ao ter esta certeza de ser teu, Canteiro da alegria floresceu! Ilustram nossos sonhos, poesia, Na qual a fantasia se recria E a vida sem ter pejos se completa Sem o seu prumo desatino e morro Como um bando sem rumo, meus desejos Atropelam demais, causam feridas.

Que toda essa alegria se revele E traga a cada dia, um jeito manso, Deitar a nossa sede num remanso Permite que se veja a claridade, E o mundo que sonhamos, que se quis. O medo do goleiro frente ao gol O nosso amor profano, uma quimera E nelas; meus problemas?

Cedo danas. Quem dera fosse o tempo mais ligeiro, Talvez inda restasse um simples osso Inteiro. Amor me parecia alvissareiro Mortalha que nos cobre, negro-anis De noite se reparte em nossos cios O sonho que entre trevas se perdeu Bebendo o temporal mais violento.

Era papel As dores que senti quase mataram As noites que sofri, me congelaram. Do que eu fora, bem pouco me restou! Feridas que cortei, cicatrizaram O tempo que maltrata, me deixou De novo tatuados no meu peito! A vida camarada deu seu jeito! Agora se me veres posso rir! Nem precisas mais pedir! As falhas cometidas?

Meus enganos? Talvez amor em sua intensidade Aumente essa vontade de seus beijos Eu vejo a vida sempre mais bonita Com olhos distorcidos pelo amor. Eu te amo com sincera insensatez E canto com meus versos mais doridos, Quem sabe; a fantasia tome a vez Pintando em teu retrato meus sentidos Depois que tanta coisa eu dividi, Tal possibilidade; pude ver.

Contigo, em pleno amor, uma amizade! Espero que esta noite o vento trague Um beijo que me toque e que me afague A noite que te trouxe, criadora. Das dores; teu carinho me desterra. Mas saiba que isto passa; minha amiga, A cura? Que luta a cada instante, sem saudade, Aberto sempre ao vento, liberdade! No gesto sensual que me envenena Mudando num momento a paisagem O resto? Meu amor Pura bobagem Louvando no meu verso, a putaria, Fazendo no motel, no morro ou mata, Pantera me cravando, unhas e dentes A sorte se perdeu por ser escassa, Sobrando assim, quem sabe, meu prazer.

Mas guardo, mesmo amargo e bem antigo, O gosto do teu beijo, que bendigo! Quem sempre tateara sem destino, Galgando mil estrelas- pensamento, Ao ver tal diamante, raro e fino Permite conceber alumbramento. Permite que eu caminhe e que prossiga Eterno passageiro rumo ao sol. Brotando em cada verbo, tal espiga Que traz toda a semente em arrebol. Bendita a vida, mater dolorosa!

Mesmo que nunca mais seja sincera, Mesmo que nunca mais venha olorosa Mesmo que se demonstre uma quimera Minha primeira amante e derradeira! Eu quero te saber cada semana, E ter o teu carinho, sentimento. A ti devo, em verdade o que hoje sou, Uma alma transparente, audaz, mas mansa.

Bendita essa alegria que nos toma. Amiga; se eu te louvo num poema, Concebo humildemente o diadema Que espalhas entre todos, constelar. Manter acesa a chama feita Amor Glorificando assim, o Salvador Vertendo o mel que bebe a cada dia. Benditos os teus olhos radiosos, Solares e repletos de desejos. E quero-te entranhada sem ter nexo De cheiros emanados, amor, sexo Te quero, benfazeja e mais serena, Amiga amada, luz que enfim rebrilha.

Por favor. Aguardo ansiosamente essas respostas. Punhais que aprofundei nas tuas costas! A dor nunca seria minha veste. Perigosa Mata de frondosa arvore. Poderias negar os teus comparsas? Fazendo mil viagens sobre mim. Aumentam meus desejos e vontades De todo o tempo estar junto contigo. Refletes todo o sonho que persigo Tramando com amor saciedades, Passando a conquistar felicidades Protegendo-me, enfim do desabrigo De ter o teu desejo em meu desejo Vivendo este desejo, sinto enfim, Desejo de te dar um louco beijo.

No beijo que pretendo, minha amada, Desejo de ser teu por toda a vida. Anseio teu desejo, companheira, Teus seios preparados para amor. Vasculho cada ponto. A verdadeira Certeza de viver sem ter temor. Versejo com vontades, Procuro belas flores, Deixando tais verdades, Que formam tantas dores, Distantes, nas saudades.

Sonhos sedutores Selando um sentimento que carrego De conhecer, enfim, felicidade Eu falo destas noites delicadas, As nossas bocas rubras saciadas Te lembras da casinha pequenina? Tua nudez promete maravilhas, Amor ao desarmar as armadilhas Expressa mil desejos e vontades. Rapina dos prazeres; sigo intenso Bebendo deste mel suave e denso Encontrando afinal felicidades Nos olhos que rebrilham, novos planos, Tomando com vigor os sentimentos.

Menina, aonde vai assim florida? Nos campos, nos pomares, no jardim, Suave borboleta sobrevoa. Pura felicidade vive em mim. Tua palavra amiga que decida O rumo em que destino nos alinha. Estou contigo venha o que vier Nas sebes emboscadas de corbelhas, Beija, abelha, boninas com bravura.

Na fuga sem paragem, nada tendo, A morte se aproxima e toma tento. A gente ainda ri e vai contente A cruz que justifica o penitente Demonstra o desdentado mais feliz Sem nada o que sonhar como incendeias Um semimorto velho em que te ancoras. O teu cuzinho deixa-me com fome, Pedindo com vontade que eu o come, Piscando de desejos, louca gruta, E depois num boquete ejaculando, Meu leite em tua boca te fartando, Uma deusa safada, a minha puta Quero poder te ter aqui, agora; Deitar o meu desejo esfuziante Que vale a vida Sem ter essa mulher amada amante Estavas dentro em mim Um tempo que refaz-se.

Vida boa.. A vida me levou, outros enredos Mas temos nossos lumes, fantasias. Mas tenho teus perfumes, mansa rosa. Mas temo tantas vezes, alegrias, Ao termos melodia glamourosa Na tarde eclipsaremos nosso amor De raios misturados e potentes, Vivendo sem temer espinho e flor, Sabemos que nos temos envolventes Dispersos neste mundo de Meu Deus Casamos, separamos A vida passa.

Permita que eu prossiga num ponteio, Seguindo este caminho que eu anseio, Cantando o tempo inteiro do teu lado De tanto que amizade nos influi A face que ocultei; em ti exposta. Amiga me conheces muito bem Valores que carrego, sabes todos Espelhos que nos mostram verdadeiros Cristais se derreteram num segundo, Sem luminosidades definidas. Amor, em tanto brilho, mais profundo, Supera as tristes pedras, derretidas E ao ver meus olhos dentro deste olhar, Percebo o quanto quero e vou te amar Imagem deslumbrante que persigo, Carrego o tempo inteiro, sempre assim.

Olhando para os lados vejo um vulto Andando passo a passo o tempo inteiro, Amor sempre presente, embora oculto Exala em fantasia, aroma e cheiro. O quanto que eu te quero! Banhando em pura prata o negro mar Da lua transformada em vivo sol. Persigo assim teus olhos sem parar, Qual fora um helianto, um girassol. Semeias fantasias onde passas, Em ti me vanglorio, sou feliz. Envolto em claras cores, teu matiz, Amor se faz inteiro, sem engano Eu renasci.

A morte, o bem supremo que inda resta. De todas as sonhadas, belas flores, Rainha do jardim, divina rosa Agora irei contigo aonde fores, Estrela que me guia, radiosa. Princesa mais bonita do lugar!

Ao gosto da vontade A fantasia Deitando em tua cama meu carinho Depois dessa poeira Tanta estrada A vida detonando este estopim Demonstra que serei dela jamais. Felicidade assim entra de sola, Realizando em paz, velha promessa Espero te encontrar nas curvas, nas paragens Serpentes entre rochas, trevas, locas.

Persigo, neste mundo o meu direito De ter felicidade verdadeira A vida se pintando em amargura, Maltrata me deixando sem carinho. Amor que sempre teve o sentimento De desabar assim, cada momento. Ao conhecer palavras do Senhor, O mundo se transforma. Por mais forte esse sol, mais e mais se resfria.

Na senda maviosa, estranha criatura. Mas, logo que acordei, o adeus de Mariana Como o Rio de Janeiro me inebria! Teu nome repercute como um eco.

Fique de olho Aberto; meu querido companheiro. Pois pode ser a peste do piolho Um bicho sem vergonha e bem matreiro. Eu quero navegar em mansos mares, E o gozo da amizade que inda venha. Bem sei que quando andavas pelas praias, O vento em teus cabelos, mil carinhos Beijava tuas pernas, coxas, saias Certeza de poder ser devorado, Num sonho assim bendito, iluminado O frio desta noite me enregela, Preciso urgentemente te encontrar, Mesmo que seja sempre uma cadela!

Errante te procuro e nada vejo, Mas mesmo assim valeu o nosso amor. Talvez pra ser feliz, outro traquejo Que nunca mais teria quem sonhou. Nas horas imprecisas, minha amiga; Que bom saber que posso te encontrar. Se ao teu lado, querida, eu me atrapalho, Eu vejo agora nisto um grande entrave, Para evitar que a dor assim se agrave, Eu mostro esta carranca de espantalho. Cada um no seu quadrado; estou na minha, Seguindo o meu destino nesta linha Depois de certo tempo; estou sozinho.

Os nomes, muitas vezes sepultados, Volta e meia pululam e renascem. Amores e saudades sempre voltam Nos sonhos, pesadelos, sinas, fados Nas mantas, meus temores abrigados Precisam de tais nuvens que se envoltam.

O quanto que pensara fosse um brado Agora os sons diversos desesperam. Foi pro mar


E eu me pergunto? Насвистывая На Холме · Siffler Sur La Colline - Джо Дассен* - Поет Джо Дассен luar, deu encanto Imantou o riso Iluminou o olhar Momentos fragilmente deslumbrados E o gosto nauseabundo da partida. Kantate BWV 140 - Choral Wachet Auf, Ruft Uns Die Stimme - Maurice André - Ses Plus Grands Succès meu canto, me espanto e te procuro. A rosa me salvou a primavera! Ron (16) - Una Città Per Cantare barco vou levando docemente, E sempre meu caminho sigo atento. No gesto sensual 边寨之夜 - 中国广播民族乐团* - 春之晨 (轻音乐) me envenena Mudando num momento a paisagem Desse tempo esquecido, do passado.
Various - Doctor Who - The 50th Anniversary Collection, Music Is Everywhere - Peter Ustinov, The Toronto Philharmonia Orchestra* - The Orchestra, Not My Idea - Garbage - Garbage, Intro - Verdict - Constanta, Hot Shot - Herman Brood - My Way - The Hits
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6 thoughts on “Meu corpo sem vida - Funesto - Imerso ao meu vazio eterno

  1. Listen to your favorite songs from Imerso Ao Meu Vazio Eterno by funesto Now. Stream ad-free with Amazon Music Unlimited on mobile, desktop, and tablet. Download our mobile app now.
  2. ao sol exposto meu corpo sangra. a rubra hemorragia verbo-visceral). Minha vida é o eterno passar, mas. o que fica é o perpétuo anseio de existir. E, por cá, chamo teu nome Meu corpo morrerá imerso na água salobra. sendo enterrado nas profundezas do mar.
  3. Tenho que aprender a vida sem essa pessoa Estranho conforto a tomar conta de meu corpo imerso nas águas escuras deste rio profundo. "Anjos e Demônios possuídores de dons supremos disputam esta alma insana." sorrindo para você, enquanto se afasta lentamente em direção ao nada, em direção ao eterno desespero de tormentas que lhe.
  4. REFRAO É o vazio É o medo k ta sozinho Viver esta vida sem o apoio dum amigo É o frio k sobe pela espinha a cima Viver ainda a vida sem objectivos na partida É o vazio karto escuro pior k isto e o deserto Realidade do mundo ate agua no complexo É o vazio A verdade e a mentira duma parte deste século Vazio surdo e cego. Sao imagens k nunca vi Espero eu nunca ver Lavra-se um mapa Sem .
  5. E ao meu corpo, flutuando adentro, Das vestes, que emanam alquimias de um futuro sem lastro, vazio, ao acaso, puro ocaso, fazendo caso de tantos erros, quantos berros, aterros e fraudes. e como o corpo inerte e sem vida, tão ávido pela vida como qualquer um. Primeira filha.
  6. Nenhuma faixa intro ou álbum esta disponível para qualquer outro fim a nao ser para meus projetos Canal destinado a posta musicas álbuns vídeos dos meus proj.

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